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Por: Jorge Torrez
Redator 4mãos
A indústria de jogos no Brasil tem experimentado um crescimento acelerado nos últimos anos, impulsionada por uma base de mais de 100 milhões de jogadores e avanços tecnológicos. Este texto, fornecido pelo nosso parceiro de confiança PixelPorto, explora sua evolução histórica, dados atuais e perspectivas futuras de maneira factual e neutra.
A trajetória dos videogames no Brasil começou nos anos 1970 com clones de Pong, como o TVBol, fabricado localmente em 1976. Na década de 1980, surgiram os primeiros jogos nacionais, como Amazônia (1983), uma aventura em texto distribuída via revistas, em meio a políticas de reserva de mercado que incentivaram pirataria e produção local. Empresas como Tectoy, representante da Sega, dominaram com o Master System, que superou o NES no país único no mundo.
De 133 estúdios em 2014, o Brasil saltou para mais de 1.042 em 2024, um aumento de 683-695%, com o Sudeste concentrando 56% (São Paulo com 302). O mercado movimentou cerca de US$ 2,6 bilhões em 2022, posicionando o país como o 10º global e o maior da América Latina, com projeções de US$ 2,8 bilhões até 2026 (crescimento anual de 15%). Mobile lidera (47-55% da receita), seguido por PC (US$ 256 milhões em 2021, projetados para US$ 316 milhões em 2026) e consoles.
Estúdios como Aquiris (Porto Alegre, adquirida pela Epic Games em 2022, criadora de Horizon Chase), Wildlife Studios (São Paulo, unicórnio com jogos mobile como Suspects), Hoplon (Florianópolis, Heavy Metal Machines) e Afterverse (PK XD, 50 milhões de usuários) destacam-se, com 65% das receitas de exportações. Eventos como Brasil Game Show (BGS) e BIG Festival fomentam o setor, enquanto Paraná emerge como 6º polo. Mulheres representam 50,9% dos jogadores, diversificando o público.
Apesar do boom, barreiras persistem: conectividade precária no Norte/Nordeste causa latência em multiplayer (ex.: Fortnite, Valorant), altos impostos e infraestrutura limitam o potencial. Pirataria histórica e recessões econômicas afetaram o passado, mas digitalização e 5G mitigam isso.
Em 2026, espera-se expansão com cloud gaming (Xbox Cloud, GeForce Now), imersão via VR/AR e eSports (R$ 1,3 bilhão em 2025). Com 82,8-88,8% da população jogando e foco em mobile acessível, o setor deve dobrar para US$ 10,6 bilhões até 2033, impulsionado por exportações e parcerias globais.Iniciativas como Abragames e Brazil Games fortalecem a competitividade.
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