Fintechs: entenda como funcionam esses tipos de negócios

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Fintechs: entenda como funcionam esses tipos de negócios

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Victor Pacheco

|

19/03/2020

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4 min de leitura

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Homem segurando produtos característicos de Fintechs

e ainda não usou os serviços de uma Fintech, provavelmente você já ouviu falar sobre essas instituições financeiras que estão ficando cada vez mais famosas.

Sendo um tipo de empresa que está ajudando diversas pessoas físicas e jurídicas a conviverem com menos burocracia, os bancos digitais estão caindo no gosto dos brasileiros. 

Possuindo uma estrutura enxuta e que entrega um atendimento humanizado, esses são os principais diferenciais de uma Fintech.

Até porque, muitas dessas instituições não possuem nem mesmo uma agência para realizar atendimento.

Pensando em lhe apresentar a definição, quais Fintechs estão atuando em nosso país e como anda esse mercado, desenvolvemos este artigo completo. Boa leitura!

O que são empresas Fintech? 

Sendo a união dos termos “Finança e Tecnologia”, empresas Fintechs são as companhias que usam inovação nos mais diversos processos financeiros, independente de quão complexos eles sejam.

Uma das principais propostas de uma Fintech é sempre diminuir a burocracia sobre assuntos referente a abertura de conta, liberação de crédito e até mesmo empresas. 

Conquistando cada vez mais clientes com o passar do tempo, muitas dessas instituições financeiras estão conquistando a admiração do grande público justamente pela facilidade nos processos, onde é possível por exemplo, realizar a abertura de uma conta digital diretamente por um aplicativo de smartphones. 

Como surgiu a primeira Fintech?

A primeira criação de uma Fintech foi resultante de uma grave crises nas finanças internacionais no ano de 2008, época em que o banco de origem norte-americana chamado Lehman Brothers faliu. 

Mas a criação desses novos modelos de negócio também aconteceu devido a um outro momento da história do mundo financeiro: a 4ª Revolução Industrial. Segundo o economista e engenheiro alemão Klaus Schwab, estamos vivendo em um período que universos físicos, biológicos e digitais estão ficando cada vez mais próximos. 

Depois de falência do banco que citamos anteriormente e do grande apoio financeiro que o governo dos Estados Unidos teve que arcar, foram criados diversos regulamentos e métodos para que uma nova crise financeira acontecesse, período que provocou diversos prejuízos para diversos setores e não apenas o das instituições financeiras.

Uma das novas regras para evitar a crise financeira foi o congelamento de verba para desenvolvimentos tecnológicos, onde o setor passou a operar apenas com as tecnologias que possuía acesso.

Para preencher essa necessidade tecnológica que foram criadas as Fintechs, focadas em não apenas oferecer o que os bancos tradicionais entregavam, mas proporcionar soluções inovadoras o suficiente para permitir o avanço com uma tecnologia mais barata e completamente flexível. 

Um dos fatores que mais colaboraram para a popularização desse setor foi a contratação de funcionários que trabalhavam nos bancos que precisaram ser fechados durante a crise financeira de 2008. Como possuíam habilidades sobre os processos, foi necessário apenas uma espécie de adaptação, já que os mesmos sabiam como tudo funcionava. 

Fintech e startup são a mesma coisa? 

Podemos dizer que as Fintechs são modelos de startups, uma vez que oferecem inovação e solução para problemas do cotidiano. São exemplos de funcionalidades que essas empresas disponibilizam: redução de burocracias de idas a bancos, evitando filas e acabando com prazos longos. 

Focadas em entregar otimização no dia a dia das pessoas, hoje em dia muitos consumidores estão preferindo contar com os serviços de uma startup  justamente por isso: a resolução de problemas que atrapalham a rotina corrida do brasileiro. 

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Como anda o mercado das Fintechs no Brasil 

Apesar de as Fintechs estarem atendendo cada vez mais pessoas, se fizermos uma simples comparação com os “bancos tradicionais”, vai ser possível entender que esse modelo ainda está engatinhando em nosso país.

Isso porque, 80% dos bancos atuantes no Brasil são físicos e entregam processos tradicionais. 

Mas entrando  no mundo das startups, os números são positivos. Segundo dados de uma pesquisa do site StartupBase, as empresas de finanças focadas em entregar inovação são a segunda mais famosas, ficando atrás apenas do ramo da educação. Como começaram a se destacar há pouco tempo, é normal que esse número aumente com a chegada da nova década. 

Em junho de 2019, foram registradas 604 fintechs  em atuação no Brasil, empresas essas que já estão oferecendo inovação, redução de burocracia e criação de processos inteligentes para seus clientes. Ainda citando dados de instituições financeiras, há duas Fintechs que possuem valor de mercado de mais de 1 US$ bilhão de dólares, sendo elas: Nubank e EBANX.  

Fintechs de crédito: o que são? 

Agradando pessoas que não possuem alta renda ou até mesmo tiveram crédito negado em bancos tradicionais, as Fintechs de crédito estão possibilitando que os brasileiros façam compras para pagar a longo prazo. 

Seguindo o modelo de uma Fintech tradicional, onde essa instituição financeira não possui agência própria (o que diminui os custos com locação, energia elétrica e até mesmo funcionários). é possível dizer que esse modelo de startup que oferece crédito para as pessoas faz muito sucesso não apenas pela facilidade na liberação, mas também por entregar anuidade zero. 

Contas digitais (também sem nenhuma taxa adicional) são um dos serviços que essas startups de finanças oferecem, além de operações simples e resolvidas em poucos toques no smartphone.

O período para as operações serem computadas pelo sistema também é menor (em alguns casos, o dinheiro passa de uma conta para a outra em questão de segundos), isso se a transação digital for feita entre contas do mesmo banco digital. 

Uma ação que ajudou que essas instituições reduzissem os custos ao máximo foi a Resolução Nº 4.656 do Banco Central, publicada em abril de 2018.

Isso permitiu que as Fintechs pudessem se tornar instituições financeiras que trabalhassem de forma especializada e entregando cada vez mais segurança, onde todas as operações podem ser feitas por um smartphone ou tablet. 

Fintechs autorizadas pelo Bacen: qual a diferença? 

Permitindo que essas instituições financeiras ofereçam empréstimos e créditos para seus clientes, atualmente o Brasil possui 13 fintechs autorizadas e credenciadas pelo Banco Central, mas como esse mercado não para de crescer, podem surgir mais empresas de finanças que irão oferecer mais funcionalidades para seus clientes. 

Apesar de ter sido implantada em 2018, a resolução 4656 está atingindo poucas Fintechs, já que nem mesmo 10% do total dessas instituições atuantes está oferecendo condições especiais para seus clientes.

Mas o presidente do Banco Central acredita que esse número pode subir, onde espera que 60 startups de finanças ofereçam crédito e sejam autorizadas a realizarem empréstimo. 

Fintechs de investimentos

Servindo como uma forma de gerar dinheiro para quem aplica seu dinheiro em ações ou até mesmo em empreendimentos imobiliários, quem optar por fechar negócio com uma Fintech de investimentos possui alta taxa de lucro e um retorno em pouco tempo.

Permitindo que os investidores ganhem mais dinheiro do que em meios tradicionais, hoje em dia há cerca de 250 fintechs de investimentos focadas em ajudar pessoas a terem seu dinheiro rendendo. 

Para se ter ideia da diferença entre ganhos de uma fonte conhecida pelo público e em uma startup de finanças, é possível que o dinheiro colocado em uma ideia e/ou lugar pode render até 63%, enquanto no Tesouro Direto, esse mesmo valor iria aumentar 8,1% no máximo. 

E o dinheiro pode ser injetado em diversos segmentos, sabia? Atualmente existem Fintechs que permitem o investimento de um valor em uma startup, por exemplo. Depois de um tempo e com o projeto estruturado, vai ser possível receber o valor corrigido de acordo com os lucros que a empresa gerou, tudo acordado e podendo ser acompanhado em tempo real.

Entenda como funciona um Fintech de investimento: uma pessoa solicita um investimento e tem sua situação analisada para então receber o dinheiro que precisa, onde tudo isso é feito sem ser necessário o comparecimento a um local físico. 

Também há a modalidade de alguém colocar seu próprio dinheiro como financiamento de uma ideia, onde após um certo período, recebe um valor maior do que injetou inicialmente. 

Fintechs de empréstimos

Depois que está autorizada pelo Banco Central a ofertar empréstimo, muitas Fintechs começam a trabalhar com mais profissionalismo e tendem a atingir um valor de mercado cada vez maior, uma vez que além de receberem o valor que foi emprestado, ainda ganham juros sobre as transações que realizam (mesmo sendo os menores do mercado). 

Passar a oferecer empréstimos também obriga a fintech a ter um bom planejamento de seu capital, já que deve receber muitas solicitações. É necessário que a empresa esteja com seus dados e contas em dia para ser autorizada a emprestar dinheiro para outras pessoas, sendo essa uma solicitação mínima para que o Banco Central autorize esses atos. 

Fintechs para empresas

Como possuem aptidão para trabalhar com finanças, todas as empresas podem solicitar a ajuda de uma Fintech para receber pagamentos e até mesmo disponibilizar softwares que controlam o estoque, lucro e muito mais. 

Precisando de um banco para receber o valor cobrado por seus serviços e/ou produtos, solicitar a ajuda de uma Fintech tem sido uma ação de vários negociantes e até mesmo startups que não são diretamente focadas em finanças. 

O Spotify (plataforma de streaming musical) por exemplo, contrata a EBANX para realizar cobranças, pagamentos e emissão de notas fiscais sobre os planos. Dessa forma, por realizar a terceirização dessa tarefa, a empresa consegue focar em entregar inovação, qualidade e demais benefícios para seus clientes. 

Tenha em mente que: quando opta por uma opção inovadora para otimizar processos financeiros que originalmente são burocráticos, o empresário ou sócios conseguem se dedicar para a implantação de novos projetos que resultarão  em mais lucro para o negócio. 

Muitas dessas instituições financeiras também oferecem serviços de consultoria para que a empresa chegue cada vez mais longe, sabia? 

Muitas Fintechs hoje em dia estão fazendo mais que o tradicional e sendo uma verdadeira “mão na roda” para ajudar as empresas que atendem a mapear, pensar e ajudar a aplicar mudanças que vão impactar no lucro do negócio. 

Com foco em procurar novos meios de aumentar a receita da empresa, as Fintechs estudam o mercado que a empresa está inserida e sempre procuram oportunidades de novos negócios ou melhorias em produtos que estão implantados. 

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Regulamentação de Fintechs

Quando começaram a operar em nosso país (em 2008), muitas Fintechs ainda recebiam apoio de bancos tradicionais para operar, o que resultava em um alto repasse de taxas para os consumidores finais. Dessa forma ocorria a regulamentação das Fintechs, isso antes de a resolução 4656 ser implantada e permitir que essas instituições realizassem procedimentos básicos de um banco. 

Mas agora, é possível dizer que essa resolução está formalizando essas empresas, o que como resultado está permitindo que cada vez mais pessoas tenham acesso a crédito e aumentem seu poder de compra. 

Olhando para os benefícios de uma regulamentação de fintech acontecer, pode-se dizer que acontece a alimentação da economia do país devido a uma maior liberação de crédito. 

Isso também impacta no mercado de trabalho: devido a permitir que as Fintechs trabalhem perante  a uma legislação que corresponde às especificidades desse setor, a tendência é que cada vez mais startups financeiras sejam abertas e provoquem o aumento de contratações.

Depois de serem regulamentadas, como fica a situação das Fintechs? 

Com a resolução 4656 já vigente, duas foram as categorias criadas para que essas instituições financeiras pudessem atuar de uma forma tranquila e sem repassar taxas para seus clientes. Veja abaixo uma breve explicação de ambas. 

Chamadas de Sociedades de Empréstimo Entre Pessoas (SEP) ou Peer to Peer, esse tipo de Fintech é focada em ajudar empresas e/ou projetos a irem mais longe, onde realizam a ponte  de conexão entre idealizadores e pessoas que possuem capital disponível para injetar e receber o dinheiro de volta com um adicional que vale a pena. 

Aqui, a startup de finanças faz apenas o papel “ligação” entre as partes e lucra com uma porcentagem caso a meta seja atingida.

Outra categoria de Fintech é a Sociedade de Crédito Direto, modalidade desse tipo de negócio que permite a execução de serviços antes liberados apenas para grandes bancos. Tais quais como: venda de seguros, liberação de crédito e até mesmo empréstimo. 

Outra resolução que “abriu” caminho para as startups de finanças foi a de número 4657, que permitiu que as mesmas façam operações de custódia, assim como venda de direitos creditórios e securitização. 

A segurança também foi legalizada: numerada de 4658, esta resolução é focada em definir padrões que garantem a segurança de todas as pessoas que optam por fechar negócio com uma Fintech

Fintech para Pessoa Jurídica 

Como uma ótima alternativa para quem precisa de crédito, muitas pessoas jurídicas estão optando por abrir contas em fintechs e organizar todo o dinheiro dos serviços que recebem em uma mesma instituição financeira. 

Muitas dessas startups estão oferecendo contas digitais personalizadas para PJs, permitindo uma gestão de todos os ganhos e até mesmo investimentos para que o dinheiro e não fique parado. Algumas empresas, como por exemplo o Nubank, entregam rendimentos maiores que a poupança. 

Fintechs x bancos 

Talvez a maior diferença entre Fintechs e Bancos seja a entrega de taxas cada vez menores para a execução de serviços. Apesar de mais de 80% do mercado de bancos ainda ser dominado pelas instituições financeiras tradicionais (que possuem muitas agências físicas), as Fintechs começaram a ganhar espaço no mercado há um certo tempo. 

Aconteceu então o que todos os clientes esperavam: os concorrentes das startups financeiras começaram a lançar novas funcionalidades para tentar igualar essa “disputa”. Mas ainda há muito o que melhorar, como por exemplo a redução de taxas e exclusão da anuidade.

Quem sabe o maior custo dos bancos tradicionais sejam com as agências, onde é necessário desembolsar um valor significativo para manter o local aberto, cobrir salários de funcionários, energia elétrica etc. 

Por justamente conseguirem trabalhar em um ambiente menor e com uma equipe enxuta, hoje em dia as Fintechs oferecem um serviço mais acessível e em algumas vezes, até com mais qualidade. Atendimento sempre disponível é um dos principais pontos que se garantem destaque para as startups financeiras, já que os bancos tradicionais só funcionam em horários e dias úteis. 

Dessa forma, essa “guerra” entre Fintechs e instituições tradicionais está apenas trazendo benefícios para os clientes de ambas, mas é muito importante que os bancos tomem cuidado para não começarem a perder lugar para as empresas que oferecem funcionalidades que fazem diferença. 

Dizer que as agências tradicionais irão à falência e fechar devido às startups pode ser um pensamento um tanto exagerado, mas já há casos de pessoas que estão fechando suas contas em bancos tradicionais e migrando para o âmbito digital. 

Fintechs com capital aberto 

Sendo as empresas que colocam suas ações na bolsa de valores, onde diversas pessoas podem comprar e acabar lucrando com este feito, há muitas startups financeiras que estão abrindo seu capital como uma forma de conseguir investimento para implantação de novas funções para os clientes, aumento de estrutura e até mesmo crescer perante à concorrência. 

Quando optam por captar investimentos por meio da venda de ações, as Fintechs conseguem melhorar seus sistemas já implantados e até mesmo entregar mais qualidade nos serviços. Qualquer pessoa pode comprar ações de uma startup financeira, onde para facilitar isso, muitas dessas empresas desenvolveram plataforma intuitivas que permitem um investimento remoto. 

Fintechs para pequenas empresas

Oferecendo funcionalidades que fazem diferença no dia a dia do MEI, hoje em dia muitas Fintechs possuem donos de pequenas empresas como clientes. Isso porque além de otimizar muitos processos, como realizar uma transferência de dinheiro em segundos, as startups financeiras estão cobrando valores mais amigáveis. 

Com isso em mente, o impacto dentro do mercado é visível: segundo um estudo realizado pelo Sebrae, cerca de 30% de todas as Fintechs atuantes no Brasil atendem Microempresas, sendo esse um público que é tratado com tanta importância quanto grandes companhias. 

Oferecendo praticidade para quem é MEI, esse tipo de startup está caindo no gosto dos donos de negócios e sendo uma opção interessante para você que está em processo de abertura de empresa ou estruturando seu capital de giro. Uma comparação dos serviços é algo interessante a ser feito, onde o empresário vai pontuar se vale a pena ou não migrar para uma conta digital. 

Como abrir uma Fintech? 

Cinco são os passos para que uma pessoa consiga abrir uma startup: 

  1. Apresentar a solução de um problema
  2. Planejar
  3. Saber colocar a oportunidade em prática
  4. Trabalhar de uma forma dinâmica
  5. Não deixar a tecnologia de lado 

Veja abaixo como isso é feito!

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Solucionar 

Seguindo o conceito básico de uma startup, é muito importante que antes de pensar em abrir uma instituição financeira que conta com o apoio da tecnologia, você tente resolver um problema do dia a dia. 

Citando o exemplo da plataforma 4 Mãos, que segue esse modelo de negócio: quando nosso CEO começou a idealizar o projeto, percebeu a necessidade de vários empreendedores e contadores se conectarem uns com os outros.

Colocando isso de forma prática, foi criada nossa plataforma, que além de permitir que os empresários solicitem orçamentos sobre serviços contábeis sem pagar nada por isso, ainda está ajudando diversos contadores a aumentarem seu lucro por meio de soluções de Marketing.

Assim, quando colocar todas as ideias no papel, o dono do futuro negócio precisa pensar em todas as dores de seu público-alvo e principalmente como vai resolvê-las, sempre usando a tecnologia. 

Planejar 

Depois que tudo está idealizado e com a proposta de resolver um problema do dia a dia, como por exemplo o uso de um cartão de crédito que fica salvo no celular e não precisa ser levado “para cima e para baixo”, é hora de colocar pensar como a ideia inovadora será colocada em prática.

Nessa etapa de abertura da Fintech, deve ser feito um importante estudo do mercado, assim como a elaboração de um protótipo do projeto. Cumprindo essas etapas, o empresário vai conseguir compreender do valor que precisa para abrir seu negócio, número de funcionários e demais assuntos.

Ter habilidade para colocar os pensamentos em prática 

Infelizmente, a taxa de empresas que são fechadas sem completar um ano de experiência ainda é alta. Isso vir a acontecer por diversos motivos, como por exemplo uma baixa no segmento, precificação incorreta até mesmo a falta de habilidade do proprietário.

Colocando essa realidade de acordo com o universo das Fintechs, hoje em dia é essencial que além de entender todos os termos e demais assuntos relacionados à Finanças, essa pessoa ainda tenha a “veia empreendedora”. Mais do que um conhecimento, é ideal que o líder saiba aproveitar as oportunidades que surgem no mercado.

Depois de todo um planejamento ser realizado, é hora de ter o mesmo entusiasmo para que tudo seja colocado em prática e não ocorram prejuízos. Dessa forma, o dono de uma Fintech sempre precisa estar atento às necessidades de seus clientes e saber  sanar todos os problemas o quanto antes.

Sempre trabalhar com dinamismo 

Inovação e otimização são as palavras-chave para que uma Fintech tenha um bom desempenho, uma vez que está tratando de soluções financeiras. Falando novamente sobre o conceito de startup, é ideal que o dinamismo não seja deixado de lado até mesmo em serviços simples, como a emissão/envio de um boleto de cartão de crédito.

Imagine se caso encontre problemas ou erros nos serviços, o cliente da Fintech não consegue falar com a empresa? Se trabalhar de uma forma dinâmica isso não vai ser problema. 

Tecnologia sempre presente

Sendo base para que uma Fintech funcione, hoje em dia é essencial que além das soluções essenciais, como por exemplo qualidade no atendimento e resolução de problemas no menor tempo possível, as tecnologias entregues para os clientes sempre sejam aprimoradas.

Por mais que um aplicativo para celulares seja usual, será que ele realmente não pode ser otimizado para ter um carregamento mais rápido? Um processo implantado desde o início das operações é realmente usual? A tecnologia é o elemento que sempre deve ser aprimorado e colocado nos mais diversos processos.

Depois de seguir os passos que citamos, você vai conseguir abrir sua Fintech sem muitos problemas. Caso ache o processo de abertura de empresas muito burocrático, pode contar com a ajuda de nossos escritórios de contabilidade parceiros. 

Fintechs estão causando mudanças no mundo dos negócios 

Como instituições financeiras que estão causando muitas economias, otimização de tempo e até mesmo um melhor aproveitamento do tempo do empreendedor, hoje em dia as Fintechs estão cada vez mais presentes no dia a dia de todos nós.

Oferecendo inovação, atendimento personalizado e até mesmo operações concluídas em pouco tempo, essas instituições financeiras podem crescer ainda mais e conquistar cada vez mais clientes que precisam de um banco para guardar dinheiro e organizar suas finanças. 

Gostou desse modelo de negócio e quer abrir uma Fintech? Entre em contato com a plataforma 4 Mãos e descubra como nossos escritórios de contabilidade parceiros podem ajudar! 

Nosso time de atendimento vai entender sua necessidade e em seguida cadastrá-lo em nossa plataforma. Depois, você, empreendedor, só precisa aguardar para receber até 4 orçamentos grátis sobre o serviço solicitado. Sem pagar nada por isso! Fale conosco, vai valer a pena! 

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Victor Pacheco

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